Segundo a Amnistia Internacional (AI), em 2008, foram executadas 7 pessoas por dia, condenadas á pena de morte.
Só na China foram executadas 1718 no ano passado, o que dá a escandalosa média de 4,7 pessoas executadas por dia.
Juntando os 5 países que mais executaram no ano passado, verificamos que China, Irão, Arábia Saudita, Estados Unidos da América e Paquistão representam 93 % das execuções.
Estes números não são, infelizmente, novidade, e o “top 5” até permanece inálterável relativamente aos números de 2006 e 2007. O que realmente choca nestes números é verificar que num mundo que luta diáriamente contra os bárbaros terroristas de todas as espécies de raça e pedigree, se permite, suporta e legisla a morte. Se na China, Irão,Paquistão e Arábia Saudita estes números não são de estranhar (não são de desculpar, mas são espectáveis dado a natureza pouco democrática e ditatorial dos seus regimes), em países como os E.U.A. ,a maior democracia do mundo em tantos aspectos, um país que em tantos valores nos serve, e deve servir, de exemplo, é absolutamente brutal assumir que o estado condena e executa os seus cidadãos.
Resta o consolo de saber que a situação está a mudar:
Nos E.U.A. apenas(??!!) 35 dos 50 estados mantêm a pena de morte (o Novo México acaba de abolir a pena de morte, elevando para 15 os estados americanos que aboliram a pena de morte).
Na europa apenas(??!!) a Bielorússia mantem e aplica a pena de morte.
Em 2007 a Albânia, as Ilhas Cook e o Ruanda aboliram a pena de morte. Em 2008 a Argentina e o Uzbequistão seguiram-lhe o exemplo.
Como já referi, a situação está a mudar, infelizmente, devagar.
Se a abolição “seguir a este ritmo”, muitos anos teremos pela frente até vermos erradicado este escândalo em que o estado julga e mata os seus cidadãos. Se a abolição da pena de morte seguir ao ritmo de 2008, só dentro de 30 anos veremos um mundo livre da pena de morte. Se a abolição e as execuções seguirem ao ritmo de 2008, mais de 71 mil pessoas serão executadas no mundo!!
Estes números são no minimo brutais, e no máximo absurdos para uma sociedade do Século XXI que deveria ser Humana e civilizada.
Fica a esperança que o mundo “pule e avance, como uma bola colorida, nas mãos de uma criança”, e que este flagêlo acabe o mais rápido possivel, sem que mais vidas sejam sacrificadas.
Bem sei que este tema daria para uma muito maior discussão, mas achei mais adequado confrontar os leitores com os números que a mim me parecem absurdos, e, infelizmente, falam por si.
Aconselho ainda os caros leitores a visitar o sitio da Amnistia Internacional na internet, e ler atentamente todo o relatório.
terça-feira, 7 de abril de 2009
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Terroristas sim senhor. Os dois.
No dia 21 de janeiro de 2009, quando, como normalmente, me preparo para ler o “público” na sua edição online, leio a seguinte noticia:
“Tribunal belga terá recebido pedido de prisão da ministra dos Negócios Estrangeiros de Israel”
Esta noticia deixou-me a pensar quem será mais extremista neste já quase bíblico conflito. Os TERRORISTAS do Hamas ou os Governantes Israelitas que de vez em quando e sem qualquer punição cometem actos atrozes, que noutras circunstâncias seriam apelidados de crimes contra a Humanidade?
Questão sinceramente difícil. Vejamos o que se passou na Faixa de Gaza entre o dia 27 de dezembro de 2008 e o dia 18 de janeiro de 2009.
No dia 27 de dezembro de 2008 as tropas israelitas começaram a sua investida militar na faixa de gaza. Foi a mais intensa operação militar israelita contra território palestiniano desde a guerra dos seis dias, em 1967.No primeiro dia de operações, foram lançadas milhares de bombas sobre gaza, mais de cem bombas no espaço de 4 minutos, relatam as Organizações Não Governamentais ainda presentes em gaza. Segundo Israel, esta ofensiva teve como objectivo a neutralização do arsenal militar do Hamas, de modo a cessar o lançamento de “foguetes” (em inlglês rockets , nome pelo qual são chamados pela comunicação social) para território israelita.
Números não oficiais dizem-nos que morreram cerca de 1300 pessoas nesta investida militar.
Sem mais demoras quero aqui deixar claro o direito de Israel de se defender, sendo que não tem o direito de o fazer sacrificando vidas inocentes!
A Faixa de Gaza é a região mais densamente populada do mundo, alberga 1.4 milhões de pessoas em 360 km2. Será facil de prever que qualquer investida militar neste território pode ser drástica, ao nivel das perdas humanas. Israel não tem a mesma opinão, tratando como terroristas todos os habitantes de gaza, bombardeando as suas casas, as suas escolas e outras infra-estruturas básicas. O que se passou em gaza tem um nome, por muito que custe dizê-lo: MASSACRE.
Quando irá Israel perceber que não é o unico povo com direito á existência, e que não pode aniquilar outros povos para garantir a sua existência?
Quando irá Israel perceber que estas atitudes só aumentam a raiva e o sentimento de injustiça nos palestinianos, e que essa raiva e esse sentimento de injustiça se irão, mais tarde ou mais cedo virar contra Israel?
Quando irá Israel perceber que só a Paz e o bem estar dos Palestinianos poderá trazer paz aos israelitas?
Não defendo, de todo, os terroristas do Hamas, nem todos aqueles que atentam contra a vida dos israelitas, e acho que eles deviam ser castigados pelos seus actos.
Mas não defendo também aqueles que com actos como os de Gaza (que infelizmente são usuais) matam homens, mulheres, idosos e crianças inocentes e saem sempre impunes.A justiça deve ser feita, mas deve ser feita igualmente para ambos os lados desta barricada.
Aqui fica o link para a notícia de que vos falei no inicio do artigo.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356994&idCanal=11
“Tribunal belga terá recebido pedido de prisão da ministra dos Negócios Estrangeiros de Israel”
Esta noticia deixou-me a pensar quem será mais extremista neste já quase bíblico conflito. Os TERRORISTAS do Hamas ou os Governantes Israelitas que de vez em quando e sem qualquer punição cometem actos atrozes, que noutras circunstâncias seriam apelidados de crimes contra a Humanidade?
Questão sinceramente difícil. Vejamos o que se passou na Faixa de Gaza entre o dia 27 de dezembro de 2008 e o dia 18 de janeiro de 2009.
No dia 27 de dezembro de 2008 as tropas israelitas começaram a sua investida militar na faixa de gaza. Foi a mais intensa operação militar israelita contra território palestiniano desde a guerra dos seis dias, em 1967.No primeiro dia de operações, foram lançadas milhares de bombas sobre gaza, mais de cem bombas no espaço de 4 minutos, relatam as Organizações Não Governamentais ainda presentes em gaza. Segundo Israel, esta ofensiva teve como objectivo a neutralização do arsenal militar do Hamas, de modo a cessar o lançamento de “foguetes” (em inlglês rockets , nome pelo qual são chamados pela comunicação social) para território israelita.
Números não oficiais dizem-nos que morreram cerca de 1300 pessoas nesta investida militar.
Sem mais demoras quero aqui deixar claro o direito de Israel de se defender, sendo que não tem o direito de o fazer sacrificando vidas inocentes!
A Faixa de Gaza é a região mais densamente populada do mundo, alberga 1.4 milhões de pessoas em 360 km2. Será facil de prever que qualquer investida militar neste território pode ser drástica, ao nivel das perdas humanas. Israel não tem a mesma opinão, tratando como terroristas todos os habitantes de gaza, bombardeando as suas casas, as suas escolas e outras infra-estruturas básicas. O que se passou em gaza tem um nome, por muito que custe dizê-lo: MASSACRE.
Quando irá Israel perceber que não é o unico povo com direito á existência, e que não pode aniquilar outros povos para garantir a sua existência?
Quando irá Israel perceber que estas atitudes só aumentam a raiva e o sentimento de injustiça nos palestinianos, e que essa raiva e esse sentimento de injustiça se irão, mais tarde ou mais cedo virar contra Israel?
Quando irá Israel perceber que só a Paz e o bem estar dos Palestinianos poderá trazer paz aos israelitas?
Não defendo, de todo, os terroristas do Hamas, nem todos aqueles que atentam contra a vida dos israelitas, e acho que eles deviam ser castigados pelos seus actos.
Mas não defendo também aqueles que com actos como os de Gaza (que infelizmente são usuais) matam homens, mulheres, idosos e crianças inocentes e saem sempre impunes.A justiça deve ser feita, mas deve ser feita igualmente para ambos os lados desta barricada.
Aqui fica o link para a notícia de que vos falei no inicio do artigo.
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356994&idCanal=11
Kosovo – Quem semeia ventos, colhe tempestades
No recente mês de Outubro Portugal reconheceu o Kosovo como um estado independente. Porquê?
O Ministro dos Negócios estrangeiros portugês, Luis Amado, disse, na altura em declarações na comissão parlamentar dos Negócios Estrangeiros, que Portugal o fazia porque era importante, devido a acontecimentos recentes, que a União Europeia (UE) se revelasse unida num assunto no qual se tem envolvido em larga escala.
Este reconhecimento, nesta altura é, em minha opinião, além de ilegal aos olhos do direito internacional, uma irresponsabilidade, não só de portugal, mas de todos os países que o fizeram. O Kosovo é parte integrante da sérvia, e não é claro que neste caso se aplique o Principio de Autodeterminação dos povos, uma vez que a triade estado – povo – território não é claramente visivel, sendo exemplo disso o facto de entre 15% e 40% por cento dos habitantes do Kosovo serem sérvios.
Ao reconhecer o Kosovo como estado independente o mundo está a abrir um precedente que poderá trazer á tona uma série de conflitos que poderão tornar-se muito sérios a médio – longo prazo. Só na União Europeia poderei aqui nomear alguns exemplos : Só na nossa vizinha Espanha temos os casos do País Basco (partilhado com a França), da Catalunha e da Galiza (A AMI – Assembleia da Mocidade Independentista é uma das organizações independentistas ainda existente na galiza). Em França, além do supracitado caso do País Basco temos o também grave caso da Corsega ( varios atentados terroristas no ultimo ano). No Reino Unido temos o célebre caso da Irlanda do Norte, e do IRA.
Em todo o mundo poderia relatar aqui dezenas de casos de regiões separatistas!
Com que moral, no futuro, a UE vai defender o seu estado membro Espanha (Espanha NÃO reconheceu o Kosovo) de uma declaração Unilateral de Indepêndencia do Pais Basco? Como lidará a França com a declaração de indepêndecia da Córsega?
Estas são certamente perguntas ás quais mais cedo ou mais tarde a UE vai ter de responder.
É obvio que esta decisão foi tomada numa base política, e não está sequer aqui em questão se ela é a mais acertada ou não, apenas afirmo que tomá-la agora, indo contra o Direito Internacional é um erro que pode custar caro.
Resta-me apenas mencionar um pormenor que a muitos escapará, mas que é altamente relevante. Este reconhecimento é uma afronta á Sérvia, que já demonstrou varias vezes estar disposta a deixar para trás o seu passado de violência e a juntar-se á UE, e , não é,em minha opinião, com decisões destas que a UE consegue trazer para o lado do “bem” um país que foi o berço da 1ª guerra mundial, e de muitas outras guerras regionais, e não é assim, sem duvida, que a UE vai solucionar o problema (leia-se barril de pólvora) que são os Balcãs desdes o inicio do Sec. XX.
Aqui ficam as declarações do Ministro dos Negócios Estrangeiros, justificando o reconhecimento do Kosovo por parte de Portugal, na cortesia da TSF.
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1023496
O Ministro dos Negócios estrangeiros portugês, Luis Amado, disse, na altura em declarações na comissão parlamentar dos Negócios Estrangeiros, que Portugal o fazia porque era importante, devido a acontecimentos recentes, que a União Europeia (UE) se revelasse unida num assunto no qual se tem envolvido em larga escala.
Este reconhecimento, nesta altura é, em minha opinião, além de ilegal aos olhos do direito internacional, uma irresponsabilidade, não só de portugal, mas de todos os países que o fizeram. O Kosovo é parte integrante da sérvia, e não é claro que neste caso se aplique o Principio de Autodeterminação dos povos, uma vez que a triade estado – povo – território não é claramente visivel, sendo exemplo disso o facto de entre 15% e 40% por cento dos habitantes do Kosovo serem sérvios.
Ao reconhecer o Kosovo como estado independente o mundo está a abrir um precedente que poderá trazer á tona uma série de conflitos que poderão tornar-se muito sérios a médio – longo prazo. Só na União Europeia poderei aqui nomear alguns exemplos : Só na nossa vizinha Espanha temos os casos do País Basco (partilhado com a França), da Catalunha e da Galiza (A AMI – Assembleia da Mocidade Independentista é uma das organizações independentistas ainda existente na galiza). Em França, além do supracitado caso do País Basco temos o também grave caso da Corsega ( varios atentados terroristas no ultimo ano). No Reino Unido temos o célebre caso da Irlanda do Norte, e do IRA.
Em todo o mundo poderia relatar aqui dezenas de casos de regiões separatistas!
Com que moral, no futuro, a UE vai defender o seu estado membro Espanha (Espanha NÃO reconheceu o Kosovo) de uma declaração Unilateral de Indepêndencia do Pais Basco? Como lidará a França com a declaração de indepêndecia da Córsega?
Estas são certamente perguntas ás quais mais cedo ou mais tarde a UE vai ter de responder.
É obvio que esta decisão foi tomada numa base política, e não está sequer aqui em questão se ela é a mais acertada ou não, apenas afirmo que tomá-la agora, indo contra o Direito Internacional é um erro que pode custar caro.
Resta-me apenas mencionar um pormenor que a muitos escapará, mas que é altamente relevante. Este reconhecimento é uma afronta á Sérvia, que já demonstrou varias vezes estar disposta a deixar para trás o seu passado de violência e a juntar-se á UE, e , não é,em minha opinião, com decisões destas que a UE consegue trazer para o lado do “bem” um país que foi o berço da 1ª guerra mundial, e de muitas outras guerras regionais, e não é assim, sem duvida, que a UE vai solucionar o problema (leia-se barril de pólvora) que são os Balcãs desdes o inicio do Sec. XX.
Aqui ficam as declarações do Ministro dos Negócios Estrangeiros, justificando o reconhecimento do Kosovo por parte de Portugal, na cortesia da TSF.
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1023496
Obamania!
Barack Obama, cidadão do mundo, nascido no Havai, criado em Jacarta(Indonésia), estudante em Los Angeles e Nova Yorque, político no Illinóis (chicago) é um fenómeno que, de tempos a tempos, aparece nos EUA, normalmente quando se estão a passar, ou se passaram tempos dificeis. A administração Bush terá sido provavelmente a maior catástrofe que aconteceu nos EUA na sua curta(comparativamente, os EUA têm 232 anos de história, Portugal tem 865) mas intensa história como nação livre e independente. Nem Nixon foi tão mau! Depois da catástrofe de 11 de Setembro de 2001, Bush deu a pior das respostas possíveis.Se a Guerra do Afeganistão é inicialmente aceitável, assumindo que lá se escondiam os responsáveis por tão brutal acto, a invasão do Iraque, a Prisão de Guantánamo e toda a restante Guerra ao Terror são absolutamente desastrosas. O unico ponto onde esta administração republicana poderia ter sido realmente boa, a Economia, está num estado lastimável, sendo ainda mais grave o facto de isso afectarn não só os EUA, mas também o resto do mundo.
Ora, perante tal cenário, qualquer candidato Democrata a estas eleições partiria em vantagem. Mas Obama é mais do que um qualquer candidato.Obama é a esperança que os americanos precisam, Obama é tudo o que os americanos queriam ouvir, depois de tanta trapalhada, culminada com uma crise económica devastadora. Obama tem um discurso que empolga quem o ouve, e não é com promessas impossiveis, é apenas com a promessa de confiança no povo americano, que, qual phoenix, é perito em erguer-se das cinzas. É isto que Barack Obama desperta nos americanos, é a força que por vezes parece estar escondida, e que é essencial para que a sociedade americana possa recuperar da desastrosa administração Bush.
O primeiro afro-americano nomeado candidato á casa branca é já um icone. Pode nunca vir a ser presidente dos EUA, pode até, se for eleito, ser um mau presidente, mas por esta campanha, e por este discurso positivista e apelativo, para uma sociedade sedenta de sonhos e dias melhores, Barack Hussein Obama ficará na historia dos EUA. Nunca um candidato a presidente dos EUA tanto empolgou o seu povo, os media, os artistas, enfim, o mundo até! Obama é hoje um icone POP, está na moda, e, por incrivel que pareça, isso não é mau, faz dele a pessoa em quem os americanos acreditam e em quem vão, certamente, depositar a sua esperança no próximo dia 4 de Novembro.
Por ultimo, fica em rodapé o link da internet para um discurso de Obama musicado por vários artistas americanos conhecidos. Este é apenas um dos muitos empolgantes discursos por Obama durante a campanha que o irá certamente conduzir á casa branca.
Yes, we can!
http://www.youtube.com/watch?v=jjXyqcx-mYY
Ora, perante tal cenário, qualquer candidato Democrata a estas eleições partiria em vantagem. Mas Obama é mais do que um qualquer candidato.Obama é a esperança que os americanos precisam, Obama é tudo o que os americanos queriam ouvir, depois de tanta trapalhada, culminada com uma crise económica devastadora. Obama tem um discurso que empolga quem o ouve, e não é com promessas impossiveis, é apenas com a promessa de confiança no povo americano, que, qual phoenix, é perito em erguer-se das cinzas. É isto que Barack Obama desperta nos americanos, é a força que por vezes parece estar escondida, e que é essencial para que a sociedade americana possa recuperar da desastrosa administração Bush.
O primeiro afro-americano nomeado candidato á casa branca é já um icone. Pode nunca vir a ser presidente dos EUA, pode até, se for eleito, ser um mau presidente, mas por esta campanha, e por este discurso positivista e apelativo, para uma sociedade sedenta de sonhos e dias melhores, Barack Hussein Obama ficará na historia dos EUA. Nunca um candidato a presidente dos EUA tanto empolgou o seu povo, os media, os artistas, enfim, o mundo até! Obama é hoje um icone POP, está na moda, e, por incrivel que pareça, isso não é mau, faz dele a pessoa em quem os americanos acreditam e em quem vão, certamente, depositar a sua esperança no próximo dia 4 de Novembro.
Por ultimo, fica em rodapé o link da internet para um discurso de Obama musicado por vários artistas americanos conhecidos. Este é apenas um dos muitos empolgantes discursos por Obama durante a campanha que o irá certamente conduzir á casa branca.
Yes, we can!
http://www.youtube.com/watch?v=jjXyqcx-mYY
Volta ao mundo
Ola!
O meu nome é Pedro Mendes e este blog serve para postar os artigos que escrevo para o jornal Reflexo, sobre a cena internacional, na esperança que o numero de pessoas que lê os meus artigos aumente(além da pessoa do jornal que os edita, os meus leitores são 4 : o meu pai, dois dos meus irmãos e o tico ( obrigado, caso contrário não há biscoitos para ninguem).
Espero que gostem das postagens e que as comentem.
Abraço,
pedro mendes
O meu nome é Pedro Mendes e este blog serve para postar os artigos que escrevo para o jornal Reflexo, sobre a cena internacional, na esperança que o numero de pessoas que lê os meus artigos aumente(além da pessoa do jornal que os edita, os meus leitores são 4 : o meu pai, dois dos meus irmãos e o tico ( obrigado, caso contrário não há biscoitos para ninguem).
Espero que gostem das postagens e que as comentem.
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pedro mendes
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